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Hoje trago-te um investimento alternativo.

Apesar de que os INVESTIMENTOS LUCRATIVOS são um espaço para falar sobre ações, hoje trago-te uma análise completa a um outro instrumento financeiro que poderás considerar para a tua carteira de ativos.

Pediram-me uma análise completa à RAIZE. E se os subscritores dos Investimentos Lucrativos pedem, eu ofereço!

Apresento-te um Guia com 7 passos úteis para começares a investir na RAIZE.

 

 

 

Neste artigo vamos ver:

  • O que é a RAIZE
  • Quem empréstimos a RAIZE concede
  • Como obter rendimentos com a plataforma
  • A regulação
  • Os custos
  • Os impostos a pagar sobre mais-valias
  • Como investir na RAIZE 

 

 

 

 

1. RAIZE – O que é?

É uma plataforma de empréstimos coletivos.

Também conhecido como Crowdfunding, Crowdlending ou Peer-to-Peer (P2P), estas plataformas permitem aos investidores emprestar dinheiro a empresas. No caso da RAIZE, podemos emprestar dinheiro a micro, pequenas e médias empresas portuguesas.

Quer isto dizer que se junta o dinheiro de vários investidores para financiar uma dada empresa portuguesa.

A RAIZE surgiu para colmatar uma falha do nosso sistema financeiro: a incapacidade de os bancos financiarem certas empresas portuguesas. Ou é porque as empresas não têm a dimensão adequada, ou é porque a empresa está a começar, ou é porque os bancos preferem olhar para outros lados, ou por outros motivos quaisquer. A RAIZE veio permitir que pequenos empresários possam obter financiamento para as suas empresas a partir da bondade dos portugueses que estejam interessados em ajudar a economia portuguesa enquanto crescem as suas poupanças pessoais.

A missão da RAIZE tem muito valor: ajudar as empresas portuguesas a crescer e oferecer aos pequenos investidores um produto financeiro rentável.

 

2. Que empréstimos a RAIZE concede?

Esta plataforma de P2P concede empréstimos a microempresas, pequenas empresas, médias empresas, start-ups, etc.

Concede empréstimos para financiar a tesouraria das empresas, a realização de investimentos, e/ou adiantamento de faturas.

Uma empresa pode pedir, por exemplo, 10.000€ para financiar a sua tesouraria e nós, pequenos investidores, juntamo-nos para a ajudar. O Manel dá 500€, a Ana dá 350€, a Maria dá 760€, o João dá 1250€, e por aí fora, até termos os 10.000€ para ajudar a empresa.

A RAIZE tem um processo rigoroso de seleção das empresas às quais permite que os portugueses emprestem dinheiro. Assim, o risco para o investidor é minimizado. Não emprestam dinheiro a empresas que estejam em incumprimento no sistema bancário ou junto da Autoridade Tributária e Segurança Social. As empresas têm de ter atividade comercial em curso e serem sustentáveis do ponto de vista financeiro e têm de ter sede fiscal em Portugal.

 

3. Como obtenho rendimentos com a RAIZE?

Quando emprestas dinheiro a uma empresa na RAIZE, essa empresa fica obrigada a pagar-te uma mensalidade. Ao investires pela RAIZE, estás a investir em OBRIGAÇÕES. A empresa fica “obrigada” a pagar-te o valor que emprestaste, acrescido de juros.

Imaginemos que emprestaste 100€ à empresa XPTO por 48 meses a uma taxa de 7%. Nos próximos 4 anos a empresa vai-te devolver 107€ (100€ iniciais + 7% de juros). Esses 107€ vão ser repartidos por 48 meses – por isso, receberás aproximadamente 2.23€ por mês.

A beleza dos empréstimos coletivos é esta: LIQUIDEZ! Todos os meses tens cash-flow, tens dinheiro a entrar-te na conta.

O outro lado da moeda é que são obrigações. Uma obrigação vale tanto quanto a palavra da empresa que está por detrás dessa obrigação. A empresa está obrigada a pagar-te, mas pode acontecer que não te consiga pagar. E uma obrigação não capitaliza como as ações; não apresenta esta 8ª Maravilha do Mundo que é o Juro Composto. Numa obrigação os novos ganhos não capitalizam sobre os ganhos passados; são fixos.

 

5. E a regulação?

Ainda bem que perguntas!

Vejo muitas pessoas interessadas em plataformas crowdfunding estrangeiras que oferecem elevadas rentabilidades (por vezes na ordem dos 12%; imagine-se!!!). Infelizmente, muita gente não se pergunta qual é o risco associado a estas altas rentabilidades. Qual o risco de incumprimento das empresas; qual o risco da própria plataforma nos enganar; qual o risco de me ficarem com o meu dinheiro.

Por isso gosto tanto da RAIZE. É uma empresa licenciada e regulada pelo Banco de Portugal e pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). Isto gera uma confiança tremenda na RAIZE.

Confio muito mais na RAIZE do que noutras plataformas de P2P estrangeiras que oferecem elevadas rentabilidades, mas não são reguladas pelos órgãos portugueses. É o teu dinheiro que está em risco; é a tua responsabilidade manter esse dinheiro seguro!

Quando se fala em dinheiro, a segurança é muito importante. Mesmo muito importante!

 

5. Tem custos?

Não! É totalmente gratuito investir na RAIZE.

Não há custos escondidos.

Não pagas nada por abrir conta, nem por comprar ou vender os empréstimos, nem por teres a conta inativa.

Fantástico, não é?

Opero com a RAIZE há mais de 4 anos e nunca me foi cobrado nada.

 

6. E os impostos?

Os impostos sobre mais-valias, que em Portugal são de 28%, são automaticamente processados pela RAIZE.

Quer isto dizer que não precisas de te preocupar a declarar as mais-valias com os empréstimos no IRS. Aliás, seria uma trabalheira tremenda declarar centenas de valores que recebes todos os meses. Imagina o que é teres 100 empréstimos que te pagam 100 mensalidades…multiplica por 12 e imagina-te a preencher esse número de linhas no IRS. TREMENDO!

Podes ler mais informação sobre impostos e outras questões nas FAQs (Perguntas Frequentes) no website da RAIZE.

 

7. E como operar na RAIZE?

Vendo o vídeo abaixo, onde ofereço uma visão da plataforma. Provavelmente, a visão mais completa alguma vez feita para a RAIZE.

Depois disso, podes seguir este link (carrega aqui) para começares a investir na RAIZE.