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Em 2020 os mercados financeiros parecem uma autêntica montanha-russa.

Em janeiro e fevereiro víamos os mercados otimistas, com o índice S&P500 a bater recordes atrás de recordes.

O anúncio de um novo coronavírus começou a fazer estremecer os mercados um pouco por todo o mundo.

Em março vimos o Bear Market mais curto da História da Bolsa, com o principal índice a cair 35% em apenas 19 sessões de negociação. Os investidores tinham-se tornado pessimistas.

Não tardou muito para os mercados reagirem aos estímulos financeiros dos Bancos Centrais e depois de uma injeção de liquidez sem precedentes os investidores reagiram em alta e conduziram os principais índices acionistas a novos máximos históricos ao longo dos 7 meses seguintes.

Quando a Pfizer (uma biotecnológica americana) e a BioNTech (biotecnológica alemã) anunciaram uma vacina com 90% de eficácia no tratamento da COVID-19, os investidores regozijaram-se com as notícias e fizeram algumas ações disparar mais de 40% num só dia.

Empresas das indústrias ligadas ao turismo, hotelaria, aviação, navegação náutica, banca e créditos, automóvel, e industriais que tinham visto as suas ações altamente desvalorizadas no início de 2020, dispararam no dia da notícia.

Assim são os mercados, um dia os investidores estão deprimidos, no dia seguinte estão eufóricos.

 

Como os mercados têm-se comportado como autênticas montanhas-russas, conduzidos pelo sentimento dos investidores que ora estão otimistas ora se deprimem, resolvi comentar o ano de 2020 para os mercados acionistas.

Neste pequeno vídeo podes ver como os principais eventos do ano de 2020 conduziram os mercados para baixo e para cima.

Comento ainda a forma como me tenho posicionado no mercado perante todos estes eventos e, principalmente, perante aquele que considero já ser um otimismo desmesurado.

 

Parece-me que os investidores estão a ficar demasiado eufóricos e isso preocupa-me.

E tal como Howard Marks ensina no seu fantástico livro “De Zero a Cem” (The Most Important Thing no título original em inglês), devemos comportar-nos diferente do resto da manada.

Quando os investidores estão otimistas, nós vendemos ações. Quando os investidores estão pessimistas, nós compramos ações.

Claro que isto não é recomendação de compra, venda ou manutenção de ações; é apenas um desabafo da minha parte e um relato do que eu tenho vindo a fazer no segundo semestre de 2020.

 

Espero que gostes do vídeo e que, acima de tudo, seja elucidativo.

Diz-me nos comentários se gostaste das perspetivas que apresento no vídeo, se fazem sentido para ti.

E partilha com alguém que saibas que precisa desta informação para tomar melhores decisões de investimento.

 

Obrigado e saudações lucrativas,

Frederico

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