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Olá,

Num outro artigo mostrei-te como investir dinheiro em 10 ativos financeiros diferentes.

Neste artigo trago-te mais 10 ativos onde investir.

 

 

1. Dinheiro e Equivalentes de Dinheiro

Muitas pessoas foram apanhadas desprevenidas em 2008, quando a Grande Recessão estava a fazer-se sentir na sua máxima força e milhares de milhões de euros evaporaram-se em todo o mundo. Muitos estavam agressivamente investidos em ações ou noutros ativos com maior volatilidade e viram as suas posições serem reduzidas 50% ou mais.

Muitos não tinham outro tipo de ativos na sua carteira de poupança-investimento, pelo que foram apanhados desprevenidos e pagaram um preço elevado! Muitos não aguentaram ver as suas ações cair 50% e venderam os seus portefólios com perdas avultadas.

Mas tu podes ser diferente. Como estás a ler este artigo, estás-te a preparar para o melhor e para o pior.

Pois a TUA segurança financeira vem em primeiro lugar!

É mesmo importante teres liquidez em todos os momentos da tua vida. É crucial teres acesso imediato a dinheiro numa situação de crise. É importante teres um Fundo de Emergência. Quer seja para suprir uma necessidade maior (exemplo, perda de emprego), ou para poderes investir mais dinheiro quando os ativos estão a preço de saldo. Investir quando as coisas estão com desconto é a razão número um do sucesso dos maiores investidores mundiais. Eles compram mais agressivamente quando ações, obrigações e outros ativos estão com preço de saldo e diminuem as suas compras quando estes ativos estão com preços “esticados”.

 

Ok, entendido!

Mas onde guardar esse dinheiro?

Muitas pessoas optam por guardá-lo em contas-poupança que rendem 0% de juros (ou, em casos piores, quando se subtrai as comissões de manutenção, taxas e impostos, até perdem dinheiro). Ou optam por guardá-lo debaixo do colchão, onde não rende nada e onde apenas é certo que perde valor para a inflação (em média, perderá entre 1% a 2% ao ano).

 

Existem então outras opções, mais viáveis, chamadas de equivalentes de dinheiro.

Estes são investimentos de curto prazo. Os mais conhecidos são chamados de fundos de tesouraria, que mais não é do que um fundo de investimento composto por obrigações de curto prazo e baixo risco e outros tipos de dívida.

Em Portugal, existem outros investimentos de curto prazo ligados à dívida pública (Dívida Soberana) como os Certificados de Aforro e de Tesouro comercializados pelos CTT. Já falei deles aqui e aqui.

 

O teu dinheiro está bem protegido nestas situações, pois estás a investir em dívida do Estado.

A única forma de as coisas correrem mal é se o Estado falir. Bem, se o Estado falir… então qualquer regra financeira deixa de se aplicar e tudo isto vira de pernas para o ar. Não queremos conhecer essa realidade!

Agora, claro que há obrigações estatais que oferecem mais confiança do que outras. Por exemplo, as obrigações do Estado Norte-Americano são mais fortes e fiáveis do que as do Estado Venezuelano. Por isso as rentabilidades são diferentes (menores para os EUA), mas o risco também difere (menor para os EUA).

Uma grande desvantagem a considerar: se antecipares o levantamento, podes perder o dinheiro dos juros acumulados. Quer isto dizer que se subscreves um produto para 10 anos e ao fim de 2 retiras o dinheiro, podes perder esses juros porque a entidade responsável penaliza-te por teres antecipado o resgate. Capiche?

 

 

2. TIPS

Alguns conselheiros financeiros dizem que as únicas obrigações completamente seguras são as que são garantidas pela palavra e crédito dos Estados Unidos. E é aqui que entra o próximo ativo que podes considerar para investir. São as chamadas TIPS. Significa Treasure Inflation-Protected Securities.

Acompanham a inflação através do índice de preços ao consumidor. Quando temos inflação, o valor das TIPS tende a subir, quando temos deflação, o valor das TIPS tende a descer.

(Fonte: O Jogo do Dinheiro – Tony Robbins)

 

Mas estás protegido contra variações fortes de inflação e isso é ótimo!

Podes subscrever, por exemplo, TIPS da BlackRock. Têm as comissões mais baixas do mercado (apenas 0.19%). Procura por iShares TIPS Bond ETF (ou carrega no link).

Teve um crescimento de apenas 88% em 16 anos, mas a maior queda foi de apenas 11% durante a Grande Recessão, ao passo que os principais índices mundiais desvalorizaram 50% ou mais no mesmo período. Paga dividendos todos os meses.

Um ótimo ativo a considerar para proteger o teu dinheiro contra a inflação!

 

 

3. Notas Estruturadas

Existem Notas Estruturadas que estão protegidas por leis fortes. Outras nem por isso.

Vejamos primeiro as que estão bem protegidas.

Aqui, emprestas dinheiro a um banco. Esse banco promete devolver-te o dinheiro depois de um determinado período de tempo, acrescido de um juro (uma percentagem dos ganhos acumulados num índice determinado, por exemplo, o índice S&P50 ou um índice ligado a matérias primas ou metais preciosos).

O Banco Norte-Americano JPMorgan tinha, em 2014, uma nota estruturada com 100% de proteção se o mercado caísse. Isto significa que, se subscrevesses este produto, nunca perderias o investimento inicial. E oferecia 90% do mercado em alta indexado ao S&P500. Já estás a ver que te ficam com 10% quando os mercados sobem (que é quase todos os anos), mas protegem a 100% quando os mercados caem, que é quando isto dói a sério!

Agora, uma Nota Estruturada vale tanto quanto a palavra do banco em que subscreves essa Nota Estruturada. Os Bancos Canadianos são considerados os melhores do mundo por alguma razão. Ao passo que em Portugal tivemos recentemente falências do BES, Banif e BPN, no Canadá nenhum banco faliu na Grande Recessão.

 

Nota adicional: Faliram 500 bancos nos EUA durante a Grande Recessão de 2008. Faliram 9.400 bancos dos EUA durante a Grande Depressão dos anos 30!!! Nenhum banco canadiano faliu durante a Grande Recessão. Os bancos do Canadá parecem ser mesmo os melhores, não é verdade?

Mas atenção às comissões de subscrição, manutenção e resgate que o banco te cobra por estas Notas, ou lá se vai a proteção do teu dinheiro!

 

Atenção que há Notas Estruturadas de rendimento altamente variável. Em 2017 cheguei a experimentar por uns meses duas Nota Estruturada indexada à Bitcoin, uma criptomoeda que estava na moda nesse ano. Consegui obter retornos interessantes, numa delas de 110% em dois meses, na outra de 71% em sete meses. Mas era um produto impróprio para cardíacos e as comissões eram avultadas, cerca de 2.5% ao ano, sem contar com comissões aplicadas à subscrição e ao resgate.

 

 

4. ETFs

Exchange-Traded Funds.

São Fundos de Investimento que replicam um índice e que são negociados em Bolsa, como se fosse uma ação.

Permitem uma exposição a um conjunto de ativos adjacentes. Pode replicar um índice de ações (como o S&P500), ou de um conjunto de mercadorias (como o ouro, prata, etc.), ou de obrigações (do Estado ou de empresas), entre outros ativos financeiros.

O ETF replica o comportamento do índice subjacente. O fundo já ponderou o peso de cada empresa no fundo. Nós comprámos uma participação nesse ETF; uma fatia, chamemos-lhe assim.

 

O objetivo é ter um desempenho que depende do ativo que replica.

Há ETFs setoriais. O benchmark pode ser do setor tecnológico, por exemplo, contendo apenas ações de empresas ligadas a este setor.

Há ETFs geográficos. Investem numa determinada região: Europa, África, etc.

Há ETFs ligados às obrigações soberanas ou de empresas.

Há ETFs temáticos: ligados à eletrificação do setor automóvel, construção imobiliária, etc.

São uma excelente opção para quem se está a iniciar neste mundo dos investimentos, pois as comissões são normalmente muito baixas.

São ótimos ainda para quem não quer perceber muito mais de ações e se contenta com um ETF que replique o desempenho das 500 maiores empresas americanas (por exemplo, ETFs que replicam o índice S&P500).

O risco de investir em ETFs implica os mesmos riscos de investir em ações ou de investir diretamente nos seus ativos subjacentes. Se as ações que o ETF tem no cabaz caírem, o ETF cai na mesma proporção. Se o preço do metal precioso a que o ETF está exposto cair, o ETF que replica o valor desse metal também cai.

 

Algumas das principais vantagens dos ETFs:

Oferece diversificação a baixo custo.

Há, normalmente, um reinvestimento automático dos dividendos.

Existe a possibilidade de investir com pouco tempo (o ETF tem uma gestão passiva, o dinheiro está a ser alocado automaticamente naquele índice).

Atenção às comissões que a tua corretora ou banco de investimento cobra por comprar ETFs. Quanto menos pagares, melhor para ti.

Os mais baratos costumam ser os oferecidos pela Vanguard e pela BlackRock, duas entidades financeiras sediadas nos EUA. Na Europa tens a Amundi. Oferecem comissões reduzidíssimas! Considera-as!

 

 

5. Fundos de Investimentos

Semelhantes aos ETFs por serem Fundos, mas com particularidades que os distinguem.

Tal como num ETF, são usados sobretudo para o investidor se expor ao crescimento e valorização de um conjunto de ativos (ações, obrigações, imóveis, mercadorias).

Os fundos de investimento reúnem o dinheiro de um grande número de investidores para investir num dado cabaz de ativos. São geridos por profissionais em troca de uma comissão de gestão.

Quando se investe num fundo de investimento, estamos a comprar unidades de participação nesse fundo. Não detemos o ativo em si, mas a unidade de participação representa a titularidade do ativo a que estamos expostos, a tal da fatia de que te falei anteriormente.

 

O preço da unidade de participação é determinado pelo valor total dos ativos detidos pelo fundo divido pelo número total de títulos ou unidades de participação.

Contudo, ao contrário dos ETFs, apresentam uma gestão ativa. Isto quer dizer que os gestores procuram comprar e vender o que consideram melhor num dado momento. Só que quando operam muito, não deixam as ações valorizarem ao longo do tempo e diminuem o poder dos juros compostos.

Pior! As comissões serão sempre cobradas ao cliente, quer o ativo tenha valorizado ou desvalorizado. É que estar sempre a comprar e a vender acarreta elevados custos de operação. Cuidado com isso!

Se achas que uma diferença de 1% ou 2% em comissões não faz diferença na tua vida, observa bem a imagem abaixo. Repara a diferença abismal que pode fazer em 30 anos!! É melhor cobrarem-te 1% ou menos do que 2% ou 3%, não concordas?

(Fonte: O Jogo do Dinheiro – Tony Robbins)

 

 

6. Empréstimos coletivos

Também designado por crowdlending/crowdfounding, ou de empréstimo entre pares (P2P), esta é uma forma de investir em grupo. Reúne-se o dinheiro de um conjunto de pessoas para emprestar a uma empresa ou para financiar a construção de um imóvel, por exemplo.

Há quem lhe chame de High-yield ou Junk Bonds. E por uma boa razão! É que muitos destas obrigações oferecem elevadas taxas de rentabilidade porque o risco de incumprimento associado é mais elevado. Para compensar este risco, os investidores exigem um maior potencial retorno (high-yield).

Mas nem todas as obrigações devem ser encaradas da mesma forma.

Nos últimos anos, têm aparecido diversas plataformas financeiras de investimento coletivo no mercado. Eis algumas delas:

Raize: empréstimo a pequenas empresas portuguesas. Empresas pequenas que não têm o músculo financeiro das empresas gigantes cotadas em Bolsa, ou que veem os seus empréstimos bancários serem recusados pelos principais bancos dada a sua pequena dimensão no mercado, pedem à RAIZE empréstimos. A RAIZE é uma entidade financeira regulada pela nossa Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) e pelo Banco de Portugal, o que dá mais confiança ao pequeno obrigacionista. Para além disso, está cotada na Bolsa de Valores, pelo que tem de apresentar as suas contas ao Grande Público, oferecendo mais confiança nas suas operações. Um grupo de pessoas junta-se para, coletivamente, emprestar a uma empresa 10.000€ ou 50.000€, ou outra quantia que ela precisar. A empresa devolve esse empréstimo a todos os obrigacionistas ao longo de três anos, quatro anos, cinco anos (ou outro período que ficar definido), acrescido de um juro. Este juro é a rentabilidade que poderás esperar. Pode ser de 4%, 6%, ou até de 10%. Mas cuidado! O risco de incumprimento é mais elevado do que emprestar, por exemplo, a empresas maiores cotadas em Bolsa ou ao Estado. Por isso é que o juro a pagar também é mais elevado, pois o obrigacionista exige uma recompensa superior pelo risco de perda de capital associado. Eu tenho, à data que escrevo este artigo, 112 empréstimos a decorrer, dos quais 4 estão em atraso, 1 entrou em processo de recuperação judicial e 1 entrou em incumprimento não recuperável, pelo que perdi o dinheiro ali investido.

Podes aderir aqui.

Bondora: empréstimo a particulares. Cuidado!!! Há um elevado risco de incumprimento, pois estás a emprestar a pessoas, não a empresas ou ao Estado. Os dados da empresa são públicos e discriminados, o que também oferece alguma segurança na hora de proteger o nosso dinheiro, ou recuperá-lo, tal como acontece com os empréstimos em atraso na RAIZE. Contudo, o capital não é garantido e podes perder o teu dinheiro, como em qualquer produto P2P.

Podes explorar mais aqui.

Housers e Querido Investi numa Casa: empréstimos coletivos ligados ao imobiliário. Uma forma fácil e acessível para as pessoas se exporem ao mercado imobiliário. A Housers é espanhola e a Querido Investi numa Casa é portuguesa.

 

GoParity: empréstimos coletivos com consciência ambiental. Só investem em projetos sustentáveis. Ex: energia solar; reflorestação de zonas ardidas; aquacultura; ecoturismo; etc. Não é excelente poderes investir o teu dinheiro e estares a contribuir para reduzir a poluição na atmosfera? Podes ter um impacto positivo e isso é excelente! Podes inscrever-te aqui.

 

7. REITs/ SIGI

Em Inglês designam-se por REITs – Real Estate Investment Trusts.

Em português designam-se por SIGI – Sociedades de Investimento e Gestão Imobiliário.

Podem ter em carteira imóveis para habitação própria ou comercial, hipotecas sobre casas, imóveis para exploração industrial, propriedades, rendas, etc. E vendem participações nesses fundos (isto é, ações) aos investidores. Estes fundos transacionam em Bolsa como ações.

Têm a vantagem de te ir pagando dividendos (normalmente avultados) ao longo do tempo. Há REITs/SIGIs a pagar mensalmente. Isto quer dizer que mesmo que o valor das suas ações não suba, tu estarás a receber um rendimento de forma passiva, o que é ótimo!

A 15 de janeiro de 2020 entrou uma SIGI espanhola na Bolsa Portuguesa – a Merlin Properties.

 

 

8. Mercadorias

Mercadorias são bens que são usados para produzir produtos e que podem ser objeto de compra e venda. Simples assim. Exemplo disso são o cacau, o trigo, o lítio, prata, etc.

Podem ser transacionados diretamente, mas o mais comum é negociá-los através de futuros e de opções (ver ponto 9 a seguir). Também há ETFs que replicam as variações destas mercadorias e que são (na minha opinião), mais adequados ao investidor novato que queira estar exposto a mercadorias.

Repara que negociar futuros ou opções sobre o ouro não é a mesma coisa que ter um ETF que replique a variação do valor do ouro. Têm custos diferentes e um grau de complexidade muito diferente. Lê bem o ponto 9 (derivados) e compara com o ponto 4 (ETFs) e já verás as principais diferenças.

São usados por muitos investidores como uma proteção (hedge) contra a inflação. Pois quando a inflação está a aumentar, o preço destas mercadorias tende a aumentar rapidamente. E, por isso, alguns investidores procuram as mercadorias como um ativo a negociar.

 

 

9. Produtos derivados

Constituem contratos sobre instrumentos tradicionais como ações, obrigações, bilhetes do tesouro, mercadorias, etc.

O preço destes produtos está dependente do preço dos ativos subjacentes.

São muitas vezes usados para cobertura de risco, isto é, para cobrir o risco de perda de capital num outro investimento, subscrevendo então um contrato de compra ou venda sobre outros ativos. Se um instrumento valoriza e outro desvaloriza, tudo bem, protege-se assim a carteira.

No entanto, são elementos mais especulativos e dependem de um número grande de variáveis.

Cuidado!

Vejamos alguns deles.

 

9.1. Opções:

Dá o direito ao detentor, mas não a obrigação, de comprar ou vender um dado ativo, num determinado período, a um preço previamente definido.

 Tem como ativos de suporte as ações, obrigações, bilhetes do tesouro, certificados de depósitos, metais, divisas, mercadorias, entre outros.

Existem dois tipos principais de opções: call options (opções de compras) e put options (opções de venda).

As transações podem processar-se em bolsa ou fora dela.

 

9.2. Futuros:

Um contrato de futuros é um acordo celebrado entre um comprador e um vendedor. O vendedor compromete-se a entregar (contra a venda ao comprador) uma certa quantidade de um ativo específico, numa data e a com um dado preço fixados no futuro, que figuram à data em que o contrato é iniciado.

Quem compra assume uma posição longa; quem vende assume uma posição curta. Quem está longo ganha se o preço do futuro subir. Quem está curto ganha se o preço do futuro descer.

Os futuros são padronizados. Quer isto dizer que estão normalizados em termos de quantidade e qualidade do produto, data da maturidade, e modo e local de entrega. O único elemento negociável é o preço.

São negociados em bolsa e os intervenientes não se conhecem.

As posições detidas nos futuros podem ser liquidadas a qualquer momento, através da tomada de posições inversas sobre o mesmo contrato.

Os custos de transação são mais baixos do que noutros produtos semelhantes (como os Forwards).

Os contratos apresentam elevado nível de liquidez.

 

9.3. Forwards:

Semelhantes aos futuros. Mas…

Não são negociados em bolsa, pelo que não estão sujeitos à mesma supervisão que estão os futuros.

Contrariamente aos futuros, todos os elementos do contrato são negociáveis. Mas há uma menor divulgação de informação, pelo que são produtos mais arriscados.

Apresentam custos de transação elevados.

Liquidez reduzida, pelo que é difícil fechar ou inverter posições. O risco de incumprimento é gigante.

 

9.4 Swaps

                É uma troca de fluxos de tesouraria (cash flows), sejam eles pagamentos ou recimentos.

                Operações são efetuadas fora da bolsa.

                O valor depende das taxas de juro.

                São normalmente usados para cobertura de risco, ou para especular sobre taxas de juro, ou em situações de arbitragem.

 

Repito, estes produtos são altamente complexos e não são para o investidor comum. Se não sabes o que estás a fazer, o melhor é normalmente não te meteres neles. Só te vão prejudicar.

 

 

10. Negócio próprio

Depende enormemente de ti (para não dizer que depende mesmo somente de ti).

Ganhas conforme a tua capacidade de resolver problemas da sociedade. Quanto maior o problema e quantas mais pessoas afetares positivamente com a solução para esse problema, mais ganharás.

Simples assim!!!

É por isso que os fundadores da Microsoft, da Amazon, etc. ganham fortunas; eles resolveram um problema grande que afetava a sociedade…e resolveram-no para milhões de pessoas em todo o mundo.

Quanto mais capacidade tiveres para te diferenciar em setores pouco competitivos, quanto maior for a tua capacidade de te diferenciar em marketing, quanto maior a tua capacidade de lidar com os clientes…melhor!

 

 

 

Neste artigo, apresentei-te mais 10 ativos financeiros onde investir. Que te sejam muito úteis na hora de alocares o teu dinheiro.

Saudações Lucrativas,

Frederico